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sexta-feira, 2 de novembro de 2012

True Story (not)

Textinho antigo meu, sei lá de quando (entre 2004 e 2008), que estava abandonado lá na minha conta do Multiply. Só achei porque tive de deletar a conta, já que (infelizmente) o Multiply está se transformando em um site de ecommerce, e vai deixar de oferecer suporte a mídias sociais...hunf!

Bom, segue aí o texto...alguém conhece todas as referências de filmes e músicas nele?!...rs.

...and so it was how it happened. 
Some day, just Before Sunrise, I wandered by dark streets, all alone, just thinking about love...tough task, 'cause Love actually is like a House of Sand and Fog, and to the first wind that blows a bit stronger, it falls down... 
To love is a dangerous thing, for love is full of Collateral effects...we dream too much, and never worry about What dreams may come...sometimes, these dreams turn into something we can't handle...sometimes, we wake up from the illusion our heart creates, and we don't like what we see then... 

And, so I went...thinking about my love...thinking about The Story of Us... 

...I found a place to stay, on my own...I grabbed The Notebook in which I kept all of the best memories I had about that love, some thoughts, some feelings put to the paper...and, I threw it away... Just couldn't take it anymore...it wasn't fair to keep on fading away like that, just because of a dream that turned into a tough reality...I had to move on... 

So, I opened my eyes...not knowing whether I had just dreamed all of this, or not... ...and, just then, it started to rain...a November Rain...right Before Sunset!!! 

My soul was being washed by the coming night...by THE LAST REMAINING LIGHT

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Dicotomia

Não se sabe bem quando aconteceu, mas o fato é que aconteceu! Foi um processo sorrateiro, engendrou-se longe dos olhos aos poucos, aparentemente desde há muito tempo, possivelmente logo após o berço... Após uns 10 anos, a convivência já ficava difícil, os dois já pouco se entendiam, pouco tinham em comum em suas formas de agir e encarar o mundo, mas tinham de dividir a mesma moradia...afinal, estavam fadados a passar a vida lá, juntos, em termos. Enfim, depois de iniciado, realmente, o processo, não houve como evitar: divórcio!

Pois é, cérebro e coração já não conseguiam mais coexistir, apesar de serem forçados a passar uma existência dentro do mesmo corpo. Porém, mesmo sob um "teto" em comum, a separação foi total. Cada um seguiu com a vida a seu modo, apesar das interferências de um sobre o outro, do desprezo ocasional, das gozações, das provocações...

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Depersonalization, an annoying relationship with reality

Suddenly, you look around and you feel something is not right. Things feel strange. You look at your hand, your arms, your legs...you know they are hands, arms, and legs...but, what does it mean?! Whose are they?! You look at the mirror...who is this person staring at you?! You know that's you, but it doesn't mean much. You feel a stranger within your own skin. It feels like you are there, but not really there. You are aware of the world, but not of yourself, or of what it means this "self".

Depersonalization can be a most annoying disorder. It makes one feel detached from one's own self. It feels as if you were looking at the world from above, and your body is down there, standing on the ground, but your mind is high up there, just aware of things, but not able to feel, to recognize things and associate meaning to the environment. And, the most you feel that way, the most anxious you get, and the most depersonalized you feel. But, I'm not getting into too much detail here, on this post, since there's quite a lot to read from the web (links are listed further down on this post), with pretty much useful info on what it is, its possible causes, treatments, and so on.

Why this blog exists

"Why this blog exists?" (text imported from an old blog of mine, now deleted, the Robot-like Mind), you might be asking yourself. Well, the idea of making this blog came right after watching a pretty interesting movie called "Numb", with Matthew Perry in it. The movie shows a man who suffers from depersonalization (more info, here), and desperately attempts to find a cure, especially when he meets the woman who he believes is the love of his life.

I can say I related to the movie pretty much, having suffered from occasional depersonalization episodes myself for the past decade or so. Not only depersonalization, but other humor/mood and dissociative disorders, here and then. Quite to be expected, since most anxiety/depression-based disorders come in sets.

I've written about other such disorders before, but after the above-mentioned movie, I felt like I should have a blog about all those things I've been studying so much about, and that so many people out there suffer from, too, and sometimes don't know where to look for support.


As for me, I can certainly say I got my share of such disorders. None of them at any severe degree, I believe (and hope), but quite a few of them, which can become pretty annoying at times. Each person may have a different experience of such illnesses, with varying symptom intensities and frequency of episodes. My particular symptoms, and disorders, for instance, are not usually severe, nor neverendingly constant, but they come pretty often, one at a time, or some at a time. OCD, depersonalization episodes, sudden mood changes, existential depression (specially the type suffered by gifted individuals), chronic anxiety, and so forth.

The reasons for a person to suffer from any of these, and/or other disorders, may vary greatly, or usually come from a combination of factors. Psychological trauma, genetic predisposition, upbringing, etc.

Anyway, that's why I started this blog, and intend to post useful information about the subject, as well as to post personal experiences on this matter. Welcome!

terça-feira, 16 de agosto de 2011

O Castor e o desânimo crônico

Castor?! Você talvez esteja se perguntando. Sim, o Castor. Trata-se de um dos últimos filmes estrelados por Mel Gibson e dirigido por Jodie Foster, que também atua no filme, intitulado (no Brasil) "Um Novo Despertar".

Nesse longa, Walter Black (Mel Gibson) é um sujeito que tinha tudo na vida, presidente de uma empresa de brinquedos de sucesso, uma bela família, uma boa vida. Mas, de repente, ele entra numa depressão profunda, aparentemente vinda do nada, ou talvez vinda do próprio pai (fica subentendido que o pai de Walter também sofria de depressão e havia se suicidado poucos anos antes). Buscando livrar-se da depressão, ele tenta de tudo: analistas, terapeutas, esoterismo, remédios, livros de auto-ajuda...mas, nada parece funcionar. Sua depressão chega a tal ponto em que tudo o que ele faz na vida é dormir, em quase todas as ocasiões possíveis.

Não suportando mais a situação, a esposa pede que ele deixe a casa. Seu próprio filho mais velho apoia a decisão, já que fazia de tudo para evitar se parecer o mínimo que fosse com o pai. E, então, é nesse dia em que Walter encontra um fantoche de castor que parece tomar vida em suas mãos, transformando-se numa espécie de alter-ego para Walter, mudando sua vida para melhor, mas não sem trazer alguns obstáculos com ele. Walter volta a trabalhar, faz sua empresa começar a funcionar super bem, a família parece começar a voltar ao normal. Porém, após certo tempo, o tal fantoche de castor, que "salvou" sua vida, começa a ser um peso na vida de Walter.

Veja o trailer (e o post continua logo após):

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Nada...empty...

NADA

Nada de especial a dizer hoje, nada de especial a dizer há muito tempo...sou apenas um gato dentro da caixa, talvez vivo, talvez não...mas, toda possibilidade é verdadeira enquanto dura a clausura do presente. Não há muito o que observar, apenas uma vida em suspenso onde qualquer caminho é trilhável, desde que livre. E eis que jaz o obstáculo em estrada ou outra, em trilha ou no caminhante...

Afinal, algo tão somente torna-se definitivamente possível após conquistado, realizado, não antes disso. Assim sendo, novamente volto à caixa, sem saber ao certo o que me impede de alcançar aquilo que aguarda ser tomado por assalto, por direito, por esforço merecido...

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Não importa o que eu faça…

escolhasNão importa o que eu faça, não importa que caminho eu siga…qualquer escolha que eu faça me trará ao que sou hoje. Meu “eu” de agora é tão somente a somatória das escolhas que eu tenha feito ao longo de minha vida. Ou seja, a menos que haja um Universo alternativo, paralelo a este, as decisões que tomamos sempre foram as responsáveis por nos fazer o que somos no presente. Então, não deve haver preocupações com as escolhas na vida…elas te levarão ao que você será após fazê-las.

Esse é basicamente o tema do filme “Sr. Ninguém” (Mr. Nobody, 2009), um de meus favoritos, a propósito, que fala sobre a questão das escolhas que fazemos na vida. Cada decisão pode nos levar a uma versão de vida que será a corrente para aquele cenário. E, quando evitamos uma escolha, temos todas as possibilidades disponíveis em aberto. Não que o filme, ou mesmo eu, estimule a fuga às escolhas, mas que a questão do que se escolhe indifere no resultado do que poderíamos ser, pois seremos aquilo que seremos. Enfim, assunto bastante complexo para um simples post de blog.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Mammals meddling with the ethereal

I've been trying to understand the world...fail! I've trying to understand my self...fail! I've been trying, for ages, to understand things, but as far as I can understand anything at all, the only conclusion I can reach is that some things just aren't meant to be understood, just to be lived...

And, if trying to understand one's self can be hard enough, imagine trying to understand someone else...it's simply the recipe for a great big mess, where the outcomes can be quite disastrous. After all, human beings are complex, or better said, complicated creations of nature.

Basically, we are simply mammals...trying to meddle with the ethereal. We are animals, made of flesh and blood, but mostly made of instincts, hormones, chemistry...and, just because of the fact that we have the distinct capacity of realizing our own nature, which we usually refer to as the capacity of "thinking", we, therefore, "think" we are special, that we are not animals, that we don't abide by the laws of nature, the laws of "animal behavior".

terça-feira, 17 de maio de 2011

Lições a recordar, parte 1

Vamos envelhecendo e aprendendo diversas lições na vida, algumas muito valiosas, outras bastante práticas, outras apenas bobagens para passar o tempo. Enfim, a questão é que deve-se lembrar de algumas coisas…nem sei se realmente são lições válidas ou não, ou se apenas paranóias e frustrações em forma pragmática se formando aqui, mas com certeza lembrarei de buscar seguir:

1. Nunca falar mal de ninguém, pois isso sempre acaba voltando para você
2. Nunca ouvir mal de ninguém, pois você pode ser enganado no processo
3. Tomar muito cuidado com o que dizer, pois há muita gente por aí esperando para distorcer tudo o que dizemos a troco de umas estúpidas risadas com a vida dos outros
4. Tomar muito cuidado com o que fazemos, pois, novamente, há muita gente por aí querendo tomar conta da vida dos outros ao invés de suas próprias vidas
5. Se não tiver algo útil a dizer, ou fazer, ou sentir, ou pensar, deixar mudos boca, coração, mente e corpo, concentrar-se em buscar algo que valha a pena

Enfim, apenas algumas coisas que andaram me ocorrendo ultimamente por aqui!

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Gerações X, Y, Z

Estava pensando hoje, em meio ao trabalho, sobre as diferenças entre as gerações X, Y e Z. Muito ainda tem se falado sobre as definições e diferenças entre essas gerações, gerentes de RH estudam sobre o assunto em pós-graduações, enfim...muita gente anda se preocupando sobre o impacto do conflito entre as gerações.

Mas, parando um pouco pra pensar, o lapso de tempo entre essas últimas gerações é bastante pequeno. Realmente, questão de gerações cronológicas mesmo, não algo que definiria épocas. Não estamos falando de séc. XIX versus séc. XX versus séc. XXI. Não estamos falando de bisavós versus avós versus pais versus filhos. Estamos falando, praticamente, de gerações com cerca de 10 anos, 'grosso modo' de diferença entre si.